A impressão DTF (Direct to Film) conquistou espaço entre profissionais da personalização por unir alta qualidade e versatilidade. Essa técnica permite a criação de estampas vibrantes, resistentes e aplicáveis em diversos tipos de tecido e acessórios. Mas para alcançar resultados realmente profissionais, não basta ter uma boa ideia: é essencial trabalhar com os suprimentos certos.
Tudo começa com a escolha da impressora. Diferente dos modelos convencionais, a impressora para DTF precisa ser compatível com tintas especiais e imprimir diretamente no filme. Impressoras com sistema de rolo contínuo são ideais para aumentar a produtividade e manter a estabilidade da impressão.
O próximo passo está no coração do processo: o filme de transferência. Ele precisa ser resistente ao calor, transparente e oferecer excelente aderência ao tecido. Filmes de baixa qualidade comprometem a definição da imagem e diminuem a durabilidade da estampa.
A tinta também faz toda a diferença. No DTF, utilizam-se tintas com formulação específica para essa técnica. Elas precisam garantir cores vivas e ótima cobertura, especialmente a tinta branca, que serve de base opaca para destacar o design sobre tecidos escuros.
Após a impressão, entra em cena o pó de TPU. Ele é aplicado sobre a tinta ainda úmida no filme. Em seguida, o conjunto é aquecido, permitindo que o pó derreta e fixe o desenho. Essa etapa é fundamental para garantir aderência ao tecido e resistência às lavagens.
Para realizar essa fusão com eficiência, é indispensável contar com uma prensa térmica confiável. A temperatura ideal gira entre 160ºC e 170ºC, com tempo médio de prensagem de 15 a 20 segundos. A pressão também deve ser controlada com precisão para assegurar a transferência correta da imagem.
Outro ponto essencial é o uso de um bom software RIP. Ele ajusta parâmetros técnicos, como a quantidade de tinta e a distribuição correta da tinta branca. Softwares como AcroRip e EK Print Studio otimizam o desempenho da impressora e aumentam a fidelidade dos resultados.
Depois de aplicar o pó, o filme precisa passar por um processo de aquecimento uniforme. Nessa fase, pode-se utilizar secadores manuais ou fornos automáticos. Os secadores são ideais para quem está começando ou trabalha com baixa demanda. Já os fornos garantem produtividade elevada e consistência em produções maiores.
Cada etapa desse processo exige precisão. Qualquer falha, desde a qualidade da tinta até a escolha errada do filme, compromete todo o resultado final. Por isso, investir nos insumos corretos é o caminho mais curto entre uma ideia e uma estampa de impacto.
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